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Quando informações internas confrontam outros dados…

sábado, agosto 23rd, 2008

Abaixo, uma reportagem da FOLHA, acerca de dados do IPEA sobre acidentes. O importante a destacar, é o negrito onde contrapõem as informações “da PRF” (sic), e que precisam, urgentemente, serem respondidos ou abrandados, para que não passemos (como Instituição PRF) a imagem de um órgão que não dispõe de dados confiáveis. Sim, também sei que alguns órgãos de imprensa não são tão confiáveis assim, mas, convenhamos, não há como inferir algum ganho para esse canal de mídia, quando apresenta dados do IPEA (um órgão sério, apesar da tendência ideológica de esquerda que ainda vige em seu seio…).

Sobre a resposta do DNIT, dizendo que nossas rodovias federais cumprem as normas de segurança, tenho argumentos que para indicar o contrário. Recentemente, participei de um curso no próprio DNIT, onde ficou latente que as normas da ABNT (regras normativas que indicam a excelência e qualidade, em métodos específicos e científicos) não são aplicadas na maioria das estradas no Brasil, ficando apenas de fácil constatação sua aplicação nas rodovias pedagiadas, ou da região Sudeste. Alguém se habilita a provar ao contrário?

 

Rodovias inadequadas provocam acidentes com mortos e feridos, diz Ipea

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u436895.shtml

Acidentes em rodovias federais não são causados apenas pela má conservação das vias, mas também por características originais das estradas, como falta de passarelas e curvas mal projetadas.

A conclusão é de estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) concluído em julho, que analisou locais de acidentes e fez pesquisas de campo em duas rodovias - a BR-116, em São Paulo, e a BR-324, na Bahia.

Apesar de não quantificar as causas dos acidentes, o estudo “Fatores condicionantes da gravidade dos acidentes de trânsito nas rodovias brasileiras” contrasta, por exemplo, com dados da PRF (Polícia Rodoviária Federal) que apontam que apenas 1,82% dos 128 mil acidentes em estradas federais em 2007 foram causados por problemas nas vias.

Uma das medidas apontadas pelos pesquisadores do Ipea como forma de reduzir mortes e ferimentos nas rodovias é a análise das características geométricas das curvas, para eventuais correções em obras.

O estudo defende a adoção de soluções de baixo custo para evitar atropelamentos, como reforço na sinalização. Aponta ainda que acidentes com pedestres representaram 3,6% do total de ocorrências em rodovias federais de julho de 2004 a julho de 2005, mas responderam por 19,1% das mortes.

O Ipea também cita como modelo a ser seguido pelo Brasil a experiência da Europa, que criou programa para mapear áreas de risco em estradas. Para o instituto, a medida ajudaria a evitar colisões traseiras e laterais e saídas de pista, responsáveis por 40% dos feridos em acidentes entre 2004 e 2005.

O Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes) diz que as rodovias brasileiras são adequadas, pois seguem normas técnicas de engenharia.

De acordo com o coordenador de operações do órgão, João Batista Neto, acidentes são causados sobretudo por imprudência de motoristas e pedestres.

Berretta afirmou que o Dnit finalizará até dezembro um levantamento de pontos críticos nas rodovias federais. A partir dos dados, disse, o órgão sugerirá à PRF reforço do policiamento, providenciará a colocação de placas e, em último caso, fará obras de melhoria.

O consórcio Autopista Régis Bittencourt, que administra a BR-116, disse que vai fazer um estudo detalhado de todas as curvas da estrada para definir medidas para melhorar a segurança dos usuários.

O que é trabalhar na polícia (para distrair…)

domingo, agosto 17th, 2008

Três amigos se encontram, durante um almoço…


- O que você está fazendo na vida, João (ex-executivo da Pirelli)?

- Bem… eu montei uma recauchutadora de pneus. Não tem aquela estrutura e organização que havia quando eu trabalhava na Pirelli mas vai indo muito bem…

- E você, José (ex-gerente de vendas da Shell)?

- Eu montei um posto de gasolina. Evidentemente também não tenho a estrutura e a organização do tempo que eu trabalhava na Shell, mas estou progredindo…

- E você Orlando (ex-investigador de polícia)?


- Eu montei um puteiro.

- Um puteiro???

- É, um puteiro! É claro que não é aquela zona toda da Polícia, mas já tá dando algum lucrinho…

Segue a explicação de o que é trabalhar na Polícia:

1 - Você trabalha em horários estranhos (que nem as putas);
2 - Te pagam, para fazer o cliente estar sempre feliz (que nem as putas);
3 - Seu trabalho vai sempre além do expediente (que nem as putas);
4 - Você é mais produtivo depois de dar o seu horário (que nem as putas);
5 - Você é recompensado por realizar as idéias mais absurdas do cliente (que nem as putas);
6 - Seus amigos se distanciam de você e você só anda com outros iguais a você (que nem as putas);
7 - Quando você vai ao encontro do cliente você precisa estar apresentável (que nem as putas), mas quando você volta parece que saiu do inferno (que nem as putas);
8 - O cliente sempre quer pagar menos e quer que você faça maravilhas (que nem as putas);
9 - Quando te perguntam em que você trabalha, você tem dificuldade para explicar (que nem as putas);
10 - Se as coisas dão errado é sempre culpa sua (que nem as putas);
11 - Todo dia você acorda e diz: NÃO VOU PASSAR O RESTO DOS MEUS DIAS FAZENDO ISSO (que nem as putas).

DICIONÁRIO DE GOIANÊS, PARA OS DESAVISADOS

quinta-feira, julho 31st, 2008

Apenas para distrair um pouco, neste blog tão sério…
Obs.: Os verbetes abaixo servem para todo o estado de Goiás.
 
Deixa eu te falar: Com a variação ‘Ow, deixa eu te falar’. Introdução goiana para um assunto sério. Nunca, mas nunca mesmo, chegue para um Goiano falando diretamente o que você tem que falar. Primeiro você tem que dizer ow, deixa eu te falar, para prepará-lo para o assunto. Em Goiás você precisa seguir o ritual de uma conversação. Ex.: ‘E aí, bão? E o Goiás, hein? Perdeu! Tem base? É por isso que eu torço pro Vila. Oww, deixa eu te falar, lembra aquele negócio que eu te pedi…’ A forma abreviada é te falar.

Deixa eu te perguntar: A mesma coisa que ‘deixa eu te falar’, mas usado, obviamente, quando você vai perguntar algo.
 
Chega dói: Chega a doer. Ex.: ‘Deixa eu te falar, essa luz é tão forte que chega dói a vista’. Na verdade essa forma pode ser usada com quaisquer outros verbos combinados com o verbo ‘chegar’. Ex.: chega arranha, chega machuca, chega engasga.
 
Chega doeu: Chegou a doer, ou seja, o passado de chega dói.

Uai: Palavra que normalmente não tem sentido, mais ou menos como o tchê do gaúcho. Usado normalmente em respostas. Ex.: Pergunta: Goiano, você vai à festa hoje?; Resposta: Uai, vou!.
Nota: Dá impressão que o uai é parecido com o ué usado em outras regiões. Mas o ué muitas vezes é usado no caso de a pessoa achar a pergunta estranha. Cheguei a me revoltar bastante com o uso do ‘uai’ nas frases quando vim pra cá, pois achava que as pessoas estavam insinuando que eu estava perguntando alguma idiotice. Só depois aprendi que as pessoas falam uai por falar.
 
Encabulado: Impressionado. Ex.: Estou encabulado que você nunca tenha ouvido alguém falar ‘chega dói’ antes.
 
Bão?: Goianês para ‘Tudo bem?’ Também é usada a forma ‘bããããão’?
 
Tá boa: Goianês para ‘Tudo bem?’ usado para mulheres. Em outras regiões do Brasil seria interpretado de outra forma…
 
Bão mesmo?: É comum usar o ‘mesmo?’ depois de coisas como ‘e aí, tá bom/bão’, como se pedisse uma confirmação de que a pessoa tá bem e não apenas fingindo que está bem.
 
Piqui: Pequi, fruto típico de Goiás, bastante usado na culinária Goiana.
 
Mais: substituto goiano da conjunção ‘E’. Ex.: Eu mais fulano estamos no Goiás.
 
No Goiás: Em Goiás.
 
Na Goiânia: Em Goiânia.
 
Pit Dog: Uma espécie de filho bastardo de uma lanchonete com uma barraquinha de cachorro-quente. Apesar desse nome estranho, os sanduíches são muito bons!
 
Queijim: Rotatória.
 
Tem base: Expressão tão goiana que existe até em slogan impresso em bandeiras e camisetas exaltando o estado: ‘Sou goiano. Tem base?’. Pode ser traduzido como ‘Pode uma coisa dessas?’, só que usado com muito mais frequência.
 
Mandruvá: Mandorová.
 
Coró: mesmo que mandruvá.
 
Dar rata: Algo como cometer uma gafe. Ou seja, dar rata é o goianês para ‘fazer gumpice’
 
Calçada: Pode significar: 1. Lugar para estacionar carros; 2. Local onde se colocam as mesas dos botecos e restaurantes. Note que não existe em Goiás calçada no sentido de lugar para pedestre, pois não sobra espaço para pedestres entre os carros e as mesas.
 
Anêim: Algo que parece ter vindo de ‘Ah, não!’, que virou ‘Ah, nem!’ Mas às vezes é simplesmente usado na frase com um sentido de desagrado. Quando vejo escrito por aí, vejo o povo escrevendo ‘anein’, ‘aneim’, ‘anêim’ e outras variantes. Ex.: se eu ia viajar com a turma e de repente não posso mais, alguém exclama: ‘Anêeeim, Gump! Que pena!’
 
Arvre: Árvore (isso me lembra ‘As arvres somos nozes’)
 
Arvrinha: Árvore pequena.
 
Arvrona: Árvore grande.
 
Madurar: Amadurecer.
 
Corguim: Lê-se córrr-guim. Diminutivo de corgo.
 
Corgo: Lê-se córrr-go. Córrego.

Quando é fé: Algo como de repente, ou até que. Ex.: ‘Estava no consultório do dentista, ouvindo aquele barulhinho de broca, e quando é fé sai um menininho chorando de lá.’

Num dô conta: Pode ser traduzido como Não consigo, Não sei, não quero, não gosto, etc. No resto do país, não dar conta é usado mais no sentido de ‘não aguentar’. Por exemplo: Não dei conta do recado, ou Não dou conta de comer isso tudo sozinho. Já aqui em Goiás é usado para quase tudo. Ex.: Num dô conta de falar inglês (’não sei falar inglês’); Num dô conta de continuar em Goiânia nas férias (’Não quero/não aguento continuar em Goiânia nas férias); Num dô conta de imprimir usando esse programa (’não sei imprimir usando esse programa’).

De sal: Salgado. Ex.: Pamonha de Sal. (Eu jurava que era de milho… dãã)

De doce: Se ‘de sal’ é salgado, então ‘de açúcar’ é doce, certo? Errado! Em Goiás as coisas não são doces, elas são de doce.

Polícia do Rio matou 47% mais que em 2006, diz ISP

sexta-feira, julho 25th, 2008

Polícia do Rio matou 47% mais que em 2006, diz ISP

Fonte: Notícia UOL

Entre janeiro e maio deste ano, a polícia fluminense matou 649 pessoas em supostos confrontos - os chamados autos de resistência -, segundo divulgou hoje o Instituto de Segurança Pública (ISP), da Secretaria de Segurança do Estado. Esse número é 47,16% maior que o número de mortos nos cinco primeiros meses de 2006, último ano do governo Rosinha Garotinho (PMDB). Em 2007, primeiro ano do governo Sérgio Cabral (PMDB), foram 586 mortos - 10,75% de aumento esse ano em comparação ao mesmo período. De abril para maio, o crescimento foi de 144 para 147, ou 2,98%.

“Esse aumento é o resultado direto da política que estimula o assassinato. Quando os responsáveis pela política de segurança dizem que o número de mortes é um estresse necessário, as forças policiais se sentem à vontade para cometer abusos. É uma carta branca que eles têm para atirar primeiro e perguntar depois”, diz o cientista social Geraldo Tadeu Monteiro, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS).

Entre os crimes que registraram maior aumento porcentual, quando comparados ao mesmo período do ano anterior, estão extorsão (com mais 28,9%, ou 158 casos), latrocínio (20,8%, ou 15 vítimas) e roubo a transeunte ( 18,5%, ou 4.321 casos). Já entre os delitos que tiveram maior redução porcentual estão roubo a residência (com menos 19,1%, ou 132 casos), roubo de veículo (18,2%, ou 2.638 casos), estupro (9,5%, ou 57 vítimas), homicídio doloso (menos 9,25%, ou 219 vítimas).

O levantamento do ISP mostrou ainda a queda da chamada atividade policial. Houve menos apreensões de drogas nos primeiros cinco meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2007 (menos 6,2%, ou 272 registros), menos apreensões de adolescentes infratores (6,3%, ou 51 registros), e menos armas apreendidas (11%, ou 531 registros). Houve aumento dos cumprimentos de mandados de prisão (10,3%, ou 422 mandados) e de prisões em flagrante (0,9%, ou 58 registros).

Clarissa Thomé

Exemplo de como funciona a polícia americana

sexta-feira, julho 25th, 2008

Convido a todos os policiais a conhecerem o POLICIAL-BR, um fórum policial que congrega profissionais da segurança pública brasileira e internacional, e que está aberto a todos os policiais interessados, através de pedido de cadastramento, pelo e-mail policial-br@yahoogrupos.com.br.

Neste fórum, destaco uma situação que achei interessante compartilhar no blog, que foi a discussão abaixo, e vou postá-la integralmente, aqui. O PRF ITALO fez a seguinte pergunta para ANDRE BELOTTO, brasileiro natualizado norte-americo e policial da LAPD (Los Angeles Police Departament):

“O colega de Los Angeles podia informar como é o sistema de mandados de prisão nos EUA (nacional, estadual ou municipal) e se há algum entrave para cumprir uma prisão de um foragido de localidade distante. Por fim (já que peço tão pouco…), podia tentar esclarecer se demora e como se dá a transferência desses presos foragidos capturados em outras localidades que não as da expedição dos mandados”.

Daí, BELOTTO respondeu (não fiz nenhuma correção gramatical):

Vou explicar o sistema do começo ao fim, para ficar mais fácil de entender.

Vamos usar o crime de assalto armado.  Os detetives da minha delegacia estão investigando um assalto armado que teve ocorrência na nossa área de responsabilidade.  Eles identificam o suspeito depois de entrevistar a vitima e testemunhas, e analisar provas físicas, biológicas, etc.  Eles apresentam o caso para o promotor do condado, que registra um processo criminal de assalto armado contra o suspeito “João Bandido” por violar a lei penal do estado da California que proibe assalto armado.

O promotor entao apresenta o caso para um dos varios juizes da corte criminal local, e o juiz emite um mandado de prisao contra João Bandido.  Dependendo da seriedade do crime, ficha criminosa de João, o juiz decide o valor da fianca que vai ser ligada com o mandado.  Assalto armado geralmente leve uma fianca de US$ 100.000 aqui em Los Angeles.  Depois da assinatura do juiz no mandado, a secretaria do juiz digita a informacao do mandado no sistema de mandados judiciais.  O mandado contra João Bandido sera divulgado no sistema de mandados judiciais do condado, do estado da California, e do sistema federal.

Digamos que João Bandido e’ parado por uma infracao de transito na cidade de Nova Iorque, no estado de Nova Iorque.  O policial faz um inquerito no computador da sua viatura com o nome João Bandido, e dentro de 5 segundos, o computador da viatura em Nova Iorque assessa o banco de dados da cidade de Nova Iorque, do estado de Nova Iorque, e do governo federal.  O policial da NYPD entao recebe informacao que João e procurado pela LAPD por assalto armado.  Ele e’ preso pelo policial da NYPD, mas nao por assalto armado, pois o crime ocorreu na California contra o codigo penal daquele estado.  Mas como existe uma ordem de prisao contra João, ele e’ preso em Nova Iorque como foragido da justica do estado da California.  Foragido preso em outro estado nao tem direito a fianca.

Dentro de 48 horas, o detetive da LAPD e’ informado que João Bandido esta na cadeia em Nova Iorque.  Ele entra em contato com o promotor e informa ele ou ela da prisao de João.  O promotor entao pede um mandado de extradicao contra João para o promotor do estado da California, que representa o governador.  O mandado e’ despachado para o promotor publico da cidade de Nova Iorque, que apresenta o mesmo na audiencia do João na corte criminal de Nova Iorque.  O João tem duas opcoes:  1) concordar em voltar para Los Angeles e responder processo criminal por assalto armado, ou 2) nao concordar em voltar.  Neste caso o juiz de Nova Iorque examina o mandado de prisao da California e decreta que João seja extraditado de volta para Los Angeles.

O detetive encarregado do caso entao pega o proximo voo para Nova Iorque e vai buscar o João Bandido.  João e’ precessado na cadeia da minha delegacia e dentro de 48 horas e’ apresentado ao juiz para uma audiencia preliminar.  Nesta audiencia o João responde como “culpado” ou “nao-culpado.”  Se ele responde como culpado, ele voltara para a corte dentro de 30 dias para receber a sentenca.  Se ele responde nao-culpado, ele vai ser apresentado na corte dentro de 60 dias para seu julgamento.

Outro detalhe, como João foi extraditado para a California, o promotor de Nova Iorque vai retirar a queixa criminal contra João em Nova Iorque por ser foragido de outro estado.  O sistema funciona melhor assim.

Este foi uma exemplo de mandados de prisao entre estados.  A maioria dos mandados que nos servimos no dia a dia sao mandados locais contra criminosos locais.
Abracos.

Andre’ Belotto
Los Angeles, CA

P.S.  Agora, se passou um ano e ninguem achou o João Bandido, o detetive passa a informacao para a FBI em Los Angeles, e o agente da FBI apresenta o caso para o promotor federal.  Se o caso for suficientemente serio (assalto armado, homicidio, crime sexual, sequestro, etc.) o promotor federal prepara um mandado federal contra João Bandido pelo crime federal de “foragido inter-estadual com intencao de fugir de processo criminal.”  Agora, a responsabilidade de achar João Bandido, em qualquer parte do mundo, e’ da FBI.  Quando for achado (mais cedo ou mais tarde, todos eles sao encontrados) João vai responder ação criminal na corte federal, e depois sera devolvido para  Los Angeles.

Carta do Diretor do DPRF sobre os 80 anos da PRF

sexta-feira, julho 25th, 2008

Segue abaixo a Carta do Diretor do DPRF sobre os 80 anos da PRF

DEPARTAMENTO DE POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL

GABINETE DO DIRETOR-GERAL

Brasília, 24 de julho de 2008.

Caros(as) Servidores(as) da Polícia Rodoviária Federal

Um dia histórico. A Polícia Rodoviária Federal celebra 80 anos. Uma trajetória construída a partir de um sonho e que hoje está intrinsecamente mesclada à história do Brasil. Quando criada, não mais que 42 motoristas eram devidamente habilitados no País; os veículos registrados não somavam duas mil unidades e a missão da pequena Polícia das Estradas, apesar de nobre, estava reduzida a três rodovias regionais.

Passadas oito décadas, a PRF está presente em cada rincão brasileiro, indispensável braço federal de manutenção do estado democrático. Nossos 500 pontos de atendimento ao cidadão, não raro, transformam-se diariamente em balcão de reclamações, serviço de informações públicas, divã, unidades de saúde, juizados informais, enfim, postos de policiamento e fiscalização. O dia-a-dia do Brasil depende das
rodovias e a lógica nos permite estender a dependência à nossa PRF. Mesmo com a relevância dos serviços prestados, o reconhecimento à instituição pioneira na segurança cidadã foi desproporcional ao longo dos anos. O trânsito, sempre tratado como tema marginal, não rendia dividendos. O combate à criminalidade
enxergava o ilícito de forma isolada, sem contextualizar o problema no cenário nacional. E o resgate a vítimas de acidentes, função destacada nesta casa de 80 anos, foi preenchido por outras corporações.

Neste aniversário, cada policial pode comemorar uma nova realidade. Nossas ocorrências policiais
ganharam vulto e as ações da PRF agora desmontam quadrilhas inteiras, articuladas em várias unidades da federação. O socorrismo ganhou chancelas de qualidade de instituições nacionais, e aos poucos, retoma o espaço perdido, através de convênios, infra-estrutura e recursos.

A discussão sobre fiscalização de trânsito alcançou as esferas mais altas da sociedade, assunto de reuniões ministeriais e mesas de jantar. E o pioneirismo da Polícia Rodoviária Federal, na luta diária pela redução dos índices de acidentes e vítimas nas rodovias, credenciou a instituição à posição de referência nacional para o
assunto. O que falamos repercute, influencia e determina. Não é possível fugir do ufanismo nesta data. O passado grandioso e o trabalho responsável desenvolvido no presente pavimentam o caminho para o futuro. Um percurso longo, mas sem tantos obstáculos como em outrora. As condições são favoráveis e a rota
está definida.

Mas para chegar bem, todos sabemos que cabe ao condutor a grande responsabilidade. E com a experiência e segurança de quem dedicou 36 anos de vida à PRF, posso afirmar: os condutores somos todos nós.

HÉLIO CARDOSO DERENNE
DIRETOR-GERAL

Lei Seca derruba crimes

sexta-feira, julho 25th, 2008

Lei Seca derruba crimes

Fonte: http://www.fenapef.org.br/htm/com_noticias_exibe.cfm?Id=56940

A Lei Seca está colocando ordem na casa. Dados preliminares apresentados ontem pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que o Rio de Janeiro está uma cidade bem melhor do que antes da tolerância zero de álcool para motoristas. O número de mortes no trânsito caiu 57% entre 19 de junho e 22 de julho comparado ao mesmo período no ano passado. E os reflexos se estenderam aos crimes comuns: queda de 46,9%.
A relação direta da queda da criminalidade com o período de abstinência de muitos motoristas ainda é vista com cautela por especialistas. Muitos defendem um período maior para comparações. Mas é difícil esconder o contentamento e a animação com os novos números do ISP, com base em microdados dos registros de ocorrências das delegacias.
De acordo com o ISP, morreram menos 151 pessoas no trânsito e houve menos 975 feridos. No mesmo período, ocorreram menos 226 assassinatos. “A Lei Seca vai passar a ser conhecida como Lei da Vida. As pessoas estão deixando de morrer. Bastava que uma vida fosse poupada que o esforço já teria sido válido”, comemora Fernando Diniz, que perdeu um filho em acidente e hoje faz parte da Associação Trânsito Amigo.
A Lei Seca provocou queda em vários outros indicativos da segurança pública. As tentativas de homicídio caíram 19%, as rixas, 27,3%, e os registros e brigas com agressão, 27,2%. “Os especialistas em segurança pública já haviam avisado que a queda no consumo do álcool possibilita a queda da violência”, observa Diniz.
Os números do ISP mostram crescimento das estatísticas quando se refere ao rigor com o motorista. As multas por embriaguez ao volante cresceram 211,1%: 27 no ano passado contra 84 este ano. Há números positivos, também: ano passado 23 pessoas foram surpreendidas sem a habilitação. Este ano, só duas.
Para o especialista em trânsito Milton Corrêa da Costa, a nova legislação veio para mudar uma cultura de violência nas estradas. Ele prevê uma cadeia de benefícios com a nova lei. “O custo dos acidentes diminuirá para o País. Com a diminuição da violência, haverá menos processos nas varas criminais, os hospitais ficarão desafogados, e se economizará dinheiro do Sistema Único de Saúde”, diz ele, que há 14 anos julga as barbeiragens na Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari).

IML DEFENDE A AVALIAÇÃO FEITA POR PERITOS

A recente decisão da desembargadora da 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Brasília, Sandra de Santis, de que o teste clínico (exame visual feito pelo médico) não pode ser usado como prova para atestar embriaguez gerou polêmica.
Médicos e peritos do Instituto Médico-Legal (IML) do Rio afirmam que é esse tipo de exame é o ideal para atestar se a pessoa está ou não sob efeito de álcool, independentemente do resultado do bafômetro ou do exame de sangue. Segundo a médica e chefe da necropsia do IML, Virgínia Dias, o exame leva apenas 30 minutos: “Temos que analisar o indivíduo e não o que um objeto apresenta. Entre os exames que fazemos estão avaliação neurológica, teste de equilíbrio, de coordenação motora e de fala”.
O diretor do IML, o toxicologista Jefferson Oliveira, contesta a lei que diz que seis decigramas de álcool no sangue são suficientes para considerar uma pessoa embriagada. “A tolerância alcoólica é variável. Uma pessoa pode ter essa quantidade de álcool no sangue e não estar embriagada, por isso é necessário fazer o exame clínico. Além disso, o bafômetro não acusa a presença do álcool puro, mas sim o produto da degradação dele, que pode ter outras origens”, explica ele, aconselhando motoristas a exigirem o exame clínico.

Doação de sangue para vítima

A família da adolescente Júlia de Aquino Borges, 14 anos, atropelada no Leblon há duas semanas por um motorista supostamente embriagado, está pedindo doação de sangue do tipo A. Júlia, que permanece em coma induzido, já utilizou três bolsas de sangue. A menina está internada em estado grave no CTI do Hospital Copa D’Or. As doações podem ser feitas no Hematologistas Associados, na Rua Conde de Irajá 183, em Botafogo. O doador deve informar o nome da paciente e o hospital.

Júlia foi atropelada no dia 12 na Avenida Afrânio de Melo Franco, quando atravessava a rua depois de voltar do Shopping Leblon. O motorista José Setton, 19 anos, fugiu sem prestar socorro. Aos policiais ele admitiu ter ingerido bebida alcoólica. A adolescente sofreu lesões no cérebro, na clavícula e nos pulmões e, segundo os médicos, ela poderá ficar meses nesse estado. O jovem deverá responder por lesão corporal dolosa.

Fundo Nacional de Trânsito gasta 5% com educação de motoristas

sexta-feira, julho 25th, 2008

Fundo Nacional de Trânsito gasta 5% com educação de motoristas 

Fonte: http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2325
 

A Lei Seca é no momento o principal instrumento do governo para a redução dos acidentes de trânsito. Contudo, uma análise orçamentária do Fundo Nacional de Segurança e Educação no Trânsito (Funset) revela que muitas outras medidas poderiam ser adotadas caso os recursos do fundo fossem, de fato, aplicados. Segundo dados do Siafi (sistema de contas do governo), 75% do orçamento do Funset para 2008, que é R$ 424,2 milhões, está congelado na reserva de contingência – espécie de “reserva” que auxilia a composição do superávit primário. Com isso, apenas 5% da quantia desembolsada esse ano foi destinada à educação no trânsito de pedestres, ciclistas, condutores e passageiros e nenhum centavo foi aplicado no apoio a projetos de segurança (veja tabela).
Sem os recursos da reserva de contingência (R$ 318,1 milhões), o valor real autorizado para o fundo cai para R$ 106,1 milhões, o que representa apenas 25% do orçamento global. Assim, já descontado os recursos contigenciados, cerca de 56% do montante previsto é destinado ao custeio do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), sistema de informações que reúne o banco de dados de multas, além de outras estatísticas. Já as ações específicas de educação no trânsito, publicidade de utilidade pública e apoio a projetos de redução de acidentes no trânsito têm dotação autorizada de 33% do fundo, que traz no título as bandeiras da segurança e educação.
Apesar do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ter anunciado, no início do ano, a prioridade para a educação no trânsito, do ponto de vista orçamentário, as ações não parecem refletir essa oratória. Para o projeto de “educação para cidadania no trânsito”, o valor aplicado até esse mês chegou a R$ 5,1 milhões, o que representa apenas 5% do autorizado para o ano. A proposta é aumentar a conscientização, reeducar e provocar a mudança cultural do cidadão sobre o trânsito. Para isso, o projeto prevê capacitar professores e outros agentes multiplicadores no tema para atuarem na rede de ensino e nas comunidades.
Já na área de segurança, mesmo com um orçamento de R$ 4 milhões, nenhum centavo foi aplicado ou sequer empenhado (reservado) para a ação de “fomento a projetos destinados à redução de acidentes no trânsito”. Ao todo, estão inscritas no Orçamento Geral da União (OGU) 2008 sete medidas para a redução da mortalidade, da gravidade e do número de acidentes de trânsito no país. Situação semelhante ocorreu com os gastos em publicidade de utilidade pública, que aplicou apenas 1% do montante autorizado.
De todos os recursos desembolsados em 2008 por meio do Funset, 79% foram destinados ao Serpro, que é responsável pela atualização dos sistemas de dados e de informações de gestão do Sistema Nacional de Trânsito. Paradoxalmente, os gastos com o projeto que serve, entre outros itens, para a promoção da melhoria nas condições físicas e de sinalização do sistema viário, incluindo calçadas, representam somente 1% do total desembolsado até o momento. O “fomento a pesquisa e desenvolvimento na área de trânsito” prevê apoiar financeiramente seis projetos.
Segundo a assessoria do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão vinculado ao Ministério das Cidades que administra o fundo, conforme especifica o decreto 2.613, a determinação é manter o sistema que gerencia o trânsito e operacionaliza questões de segurança, além de apoiar projetos referentes à educação e segurança.
O órgão reconhece que o maior volume de verba é repassado ao Serpro. “De fato, a maior parte dos recursos disponibilizados ao Denatran é destinado à manutenção do sistema de informações utilizado pelos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito (SNT)”. De acordo com a assessoria, é por meio desse sistema que é possível a comunicação, por exemplo, entre órgãos do SNT, do registro de veículos e de carteiras nacionais de habilitação (CNHs).
Como investimentos na área de educação, a assessoria destaca que o Denatran está realizando cursos de capacitação para qualificar cinco mil profissionais na área de trânsito. A assessoria informa que o departamento também acaba de distribuir os cadernos “Trânsito Consciente” para alunos do ensino médio de municípios integrados ao SNT. Além disso, está em fase de elaboração um material destinado às crianças (tema da Semana Nacional de Trânsito desse ano).
Ainda de acordo com o órgão, há previsão de maior liberação de recursos. “O ministro Márcio Fortes (Cidades) tem trabalhado para aumentar a liberação de recursos do Funset”. Segundo o Denatran, a liberação deve ocorrer gradativamente. Mas a previsão é de que até 2011 o órgão tenha quase acesso total a verba do fundo para aplicá-la em educação, segurança, no sistema gerencial de trânsito, entre outros.
O órgão também reconhece que apesar da Lei Seca, se os investimentos na área de educação e segurança do trânsito fossem ampliados, os benefícios para a população bem maiores. “Sem dúvida o investimento na educação de trânsito reflete em maior conscientização de pedestres, ciclistas, condutores e passageiros no que se refere aos deveres e direitos no trânsito. Conseqüentemente, há mais segurança. Por meio da educação há a consciência de que é preciso respeitar as leis, o que contribui para a redução de acidentes, que em grande parte ocorrem por imprudência”, afirma a assessoria.

Lei Seca

Em menos de um mês de vigência, a Lei Seca – que prevê maior rigor contra o motorista que ingerir bebidas alcoólicas – reduziu as operações de resgate em boa parte do país. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, o número de atendimentos caiu, em média, 24% em 14 unidades do Serviço Médico de Urgência (Samu). Esse percentual significa de 200 a 300 mil pessoas a menos com lesões de gravidade.
Em 2007, os acidentes de trânsito vitimaram mais de 35 mil pessoas nas estradas brasileiras. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, mais de 50% desses casos foram provocados por motoristas embriagados. Entre os dias 20 a 29 de junho desse ano, morreram 180 pessoas em acidentes nas rodovias federais. Já no ano passado, foram registrados 214 óbitos.
Em Brasília, balanço divulgado pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) revela que desde o dia 20 do mês passado, data em que a lei passou a vigorar, houve redução de 20,5% no número de acidentes com morte, em comparação aos 31 dias anteriores à lei. Os dados preliminares mostram que 31 dias antes foram registrados 34 acidentes com mortes e 27 após o endurecimento da legislação.

Amanda Costa e Leandro Kleber
Do Contas Abertas

O importante da (sub)notícia - fato relevante, na PRF

sábado, julho 19th, 2008

A notícia, em si, não é tão relevante, apesar da perda de uma pessoa, seja ela quem for, ou o que fez. Porém, tem um indicativo de maldade (?) ou de displicência anunciada, sobre a PRF de SP ou PR não terem conhecimento do acidente, até à hora da postagem da notícia on line. Bom, não sei… se alguém souber, informe como solucionar isso.

Ex-rainha da bateria da Mangueira morre em acidente de carro

De acordo com a assessoria da Mangueira, a modelo dirigia o veículo com destino a Curitiba (PR). O casal estaria indo visitar parentes do marido de Jaqueline. Procuradas pela Folha Online, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) de São Paulo e do Paraná informaram não ter registros sobre o acidente.

O corpo da modelo será velado na Igreja Nossa Senhora do Consolato, em Benfica, a partir de 22h deste sábado. O corpo de Jaqueline será enterrado às 13h de amanhã (20), no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

Jaqueline foi eleita rainha da bateria da Mangueira no final de 2005 e representou a escola de samba no ano seguinte. Em 2007 ela concorreu ao título de rainha do Carnaval do Rio de Janeiro. Foi eleita princesa, ao lado da irmã Monica Nascimento. No mesmo ano, a modelo posou para a revista “Playboy” e gravou participações nos programas humorísticos “Zorra Total” e “Casseta e Planeta” da Rede Globo.

Fonte: Folha online

Juiz livra três flagrados no teste do bafômetro em Jundiaí (SP)

terça-feira, julho 15th, 2008

Juiz livra três flagrados no teste do bafômetro em Jundiaí (SP)

da Folha Online

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u422430.shtml

 

Três motoristas reprovados no teste do bafômetro em uma blitz na rodovia Anhangüera, região de Jundiaí (58 km de SP), se livraram de responder a processo judicial. O juiz Mauricio Garibe, da 1ª Vara Criminal da cidade, considerou que, sem o exame de sangue, “é inviável o prosseguimento da ação”.

Além de rejeitar as três denúncias do Ministério Público, Garibe determinou, na semana passada, que o valor pago pela fiança após a detenção tem de ser devolvido.

O trio, que não se conhece, foi parado pela Polícia Rodoviária em uma blitz no dia 29 de junho –dez dias após o início da vigência da lei seca. Levados à delegacia, um comerciante de 28 anos e um vendedor de 32 anos foram liberados após pagar fiança. Sem dinheiro, uma secretária de 31 anos foi parar na cadeia por dirigir com oito decigramas de álcool por litro de sangue (0,4 mg/l de ar expelido no bafômetro). Procurada, ela disse que não falaria sobre o caso. “É muito duro.”

A lei prevê que quem for flagrado com uma dosagem superior a dois decigramas de álcool por litro sangue (equivalente a um chope) pagará multa de R$ 957,69, receberá sete pontos na carteira e terá o direito de dirigir suspenso por um ano. Se a dosagem, como foi o caso da secretária, superar seis decigramas por litro de sangue (duas latas de cerveja ou 0,3 mg/l no bafômetro), é previsto prisão em flagrante e detenção de seis meses a três anos. O crime é afiançável em até R$ 1.200.

“Minha decisão foi técnica. A lei é mais específica do que era antes e exige comprovação por intermédio do exame de sangue”, disse ao Agora juiz Garibe. Em sua decisão, o magistrado afirmou que o bafômetro, “pelas imprecisões que apresenta e que já se tornaram públicas e notórias, não pode suprir a exigência legal citada”. A lei anterior permitia que a infração fosse constatada “mediante a obtenção de outras provas em direito admitidas pelo agente de trânsito acerca dos notórios sinais de embriaguez”.

Na semana passada, a desembargadora de Brasília (DF) Sandra de Santis, da 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça, entendeu que o exame clínico não poderia ser usado como prova contra um jornalista que se envolveu em um acidente automobilístico já com a nova lei em vigor.

A Constituição assegura que ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. Os motoristas não são obrigados a fazer o teste do bafômetro, mas, caso haja recusa, a pessoa será levada à delegacia e convidada a fazer exame clínico e de sangue. Se não quiser, paga multa e responde a processo.

Outra decisão da Justiça colocou em xeque a legislação. Um advogado de São Paulo conseguiu, semana passada, liminar que o imuniza punições caso se recuse a soprar o bafômetro.