Archive for the ‘Vibração’ Category

Mulheres vítimas de tráfico de seres humanos são encontradas pela PRF

quinta-feira, setembro 4th, 2008

Aos meus alunos/instruendos na área de Direitos Humanos e Cidadania, uma notícia mostrando como a PRF pode agir (e interagir) no combate às explorações de seres humanos, nas áreas sob nossa atribuição.

 

Fonte: Lucia Morel, com informações da assessoria - Capital News (www.capitalnews.com.br)

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) de Mato Grosso do Sul encontrou duas mulheres, de nacionalidade paraguaia em situação que caracteriza tráfico internacional de seres humanos.

Josefina Martinez Solina de 19 anos e uma adolescente de 17 foram identificadas em posto da PRF em Ponta Porã na tarde de ontem quando iam, de carona, em direção a Bataguassu. O condutor do veículo, que não teve o nome identificado, disse que apenas teria dado carona às duas.

Ao ser verificada a documentação das passageiras, foi notado pela polícia que havia fortes indícios de adulteração nos documentos e assim, depois de algumas perguntas, as duas jovens disseram aos agentes da PRF que haviam sido recrutadas por uma mulher chamada Nilva, em Pedro Juán Caballero, de onde as duas vieram.

A jovem de 19 anos contou ainda que essa mulher costuma recrutar meninas paraguaias para a prostituição e que inclusive teria enviado a irmã de Josefina à mesma cidade para qual se dirigia.

Josefina e a adolescente de 17 anos foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã, onde as investigações acerca do fato devem continuar.

O POLICIAMENTO COMUNITÁRIO E SUA IMPORTÂNCIA SOCIAL (artigo)

segunda-feira, setembro 1st, 2008

As instituições policiais vêm concentrando esforços para se tornarem os institutos que a sociedade espera. Todavia, a comunidade tem necessidades implícitas, e mesmo nem todos os munícipes têm noção de suas demandas, além destas não poderem ser supridas pelo governo com suficiência, pois muitas vezes são questões amplas, mas de alcance apenas local. E para o policial, como qualquer ser humano, torna-se difícil tirar o foco de si mesmo e de suas ações, com o intuito de buscar entender as necessidades dos outros, ao interpretar fatos além de suas históricas atribuições. Sem contar que, até dias recentes, o policial tinha restrições à interação com a comunidade, pois foi doutrinado a ser antagonista social, como indivíduo pertencente a um órgão de controle social. Esse pensamento é equivocado, mas não é possível impor responsabilidades, pois isto sempre foi um problema de cultura política, na verdade. Durante o regime de exceção, as polícias foram desviadas de suas funções típicas, permitindo-se impor algumas excrescências legais, em detrimento da população. Já o povo brasileiro criou uma ojeriza sobre os organismos de segurança pública, devido a esses desvios, o que não foi superado até os dias atuais, mesmo após a implantação de vários meios de comunicação entre a polícia e a sociedade.
Porém, os tempos são outros, e a comunhão de interesses entre a polícia e o cidadão está sendo conduzida a um eixo comum. Dos anos 90 para cá, experiências com a filosofia de Polícia Comunitária vêm se tornando situações de sucesso em todo o país. No Estado de Goiás a implantação de programas de interação, envolvendo a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Guardas Municipais e outras instituições ligadas à área de segurança pública têm obtido êxito pleno, ao convidar o cidadão para participar da gestão local da segurança da comunidade, compondo dos conselhos de segurança e de reuniões participativas com as lideranças comunitárias e os responsáveis do policiamento da área envolvida.
O Policiamento Comunitário é o princípio da mediação de conflitos, onde a população terá muito dos seus problemas resolvidos imediatamente, sem sobrecarregar o sistema judiciário. No caso, o agente de segurança pública deve atender a demanda social, na medida em que ela se apresenta, dentro de uma lógica considerada de suas limitações técnicas e atribuições. O que é interessante, pois, muitas vezes, a comunidade promove reclamações que diretamente não têm nada a ver com o serviço de policiamento, mas fazem parte da segurança pública como um todo, tais como: problemas de iluminação pública, postos de saúde, limpeza urbana, além da presença de outros setores do serviço público.
Uma boa idéia para aprimorar o conhecimento sobre a filosofia de Polícia Comunitária seria admitir uma disciplina no ensino fundamental sobre o tema, com o intuito de criar uma melhor consciência pública sobre o serviço policial e de outros órgãos de segurança pública. O grande ganho disso seria uma politização das futuras gerações acerca de seus direitos e deveres no tocante à manutenção da ordem social, esclarecendo e tornando a comunidade como a verdadeira legitimadora das ações públicas.
Toda mudança é traumática, e isso ressoa amplamente. A transformação causada pelo policiamento comunitário nas regiões em que é implantada traz algumas indagações, mas os órgãos públicos estão prontos para a resolução das dúvidas e problemas, além do convencimento de como a interação com a polícia pode ser benéfica para a sociedade. E não envolve apenas a segurança pública, mas também os diversos serviços de ação governamental, nos variados níveis. Também, a divulgação por todos os meios de mídia é muito importante para o sucesso da contínua implementação da segurança comunitária. Portanto, o envolvimento das empresas de comunicação é crucial para que as instituições venham a visualizar os problemas recorrentes na comunidade, até que esta tenha plena confiança em suas instituições. E não só isso: casos de sucesso da interatividade devem ser incentivados, para que a confiança seja permanente e haja o reconhecimento de boas ações.
Reafirmo, com toda a certeza, que o policiamento comunitário é segurança pública com qualidade. A participação social é determinante para a melhoria da qualidade de vida, e isso passa por uma maior conscientização do público acerca dos seus direitos, bem como de seus deveres como cidadão, ajudando a preservar as instituições e as políticas sociais, que beneficiarão a todos.

FABIANO DA SILVA FARIA é policial rodoviário federal na 1ª SRPRF em Goiás e multiplicador da filosofia de Polícia Comunitária.

CADÊ O SEU ORGULHO, MEU CARO PRF?

sábado, agosto 30th, 2008

 

Mais uma vez, amigos… mais uma vez, estamos sendo tratados como uma subclasse, a qual não merece esclarecimentos, nem de boa vontade. E sabem por quê pensam assim? Porque NÓS MESMOS não nos damos o devido valor, é isso. Vivemos de promessas, de falsas lideranças e de uma ilusão que ‘não, poderia ter sido pior…’ ou ‘calma, ainda vai melhorar, não tem jeito de ser pior…’ Quanta ilusão.
Estou contrariado, como todos que postam aqui - estes, sim, preocupados com o futuro da nossa Instituição PRF. Porém, até consigo ver algo positivo, nisso tudo, sabiam? será que, dessa vez, os seres inanimados que aceitam de tudo sem questionar, ou mesmo acham que ‘tá tudo tranquilo’, não vão ficar contrariados, também? Será? Será que, mesmo pensando assim, apenas em seus umbigos, não ficarão ofendidos?
Sempre dissse, aqui e em outros canais: A PRF TEM TUDO PRA SER A MELHOR POLÍCIA DO PAÍS. Disso, nunca duvidei, e reafirmo. Agora, eu sempre completei com a seguinte informação: TEMOS UM PÚBLICO INTERNO, COM ALTO NÍVEL E COMPROMETIMENTO. Essa assertiva, já não venho mantendo com muita facilidade, não… temos companheiros PRF que trabalham CONTRA a categoria, seja praticando atos ilícitos e/ou não se dedicando à causa PRF, de alguma forma. Outros, praticam o já muito difundido ’silêncio dos bons’ - e é o que mais preocupa, pois estes se tornam massa de manobra, sem consciência disso. Nesse momento de crise, como o de hoje, aparecem do nada, perguntando ‘por que, meu Deus, acontece isso com a PRF? Será que não merecemos?’ Daí, não procuram saber o que poderiam ter feito até então, para a reversão do quadro caótico que a PRF passa no atual cenário, mesmo sendo (timidamente) lembrada em seus 80 anos. Então, buscam a posição mais confortável, e adotam uma posição fatalista: ‘é, não tem jeito mesmo, isso aqui (a PRF) não vai mudar mesmo, vou continuar na minha insignificância, que é melhor pra mim…’. Muito triste.

Para terem uma idéia, consegui cooptar alguns bons colegas para tocarmos, com tutela da SENASP, um projeto-piloto de policiamento comunitário para a PRF, para que, caso seja aceito, intencionar uma implantação de uma maior interação social entre a PRF e a sociedade, tendo como meta trazer a PRF do obscurantismo social para o protagonismo cidadão, utilizando, inclusive, vários colegas PRF que já interagem, através de várias ações individualizadas ou coletivas, com a sociedade em que estão inseridos, mas sem coesão - coesão, na PRF, já pensaram? Entretanto, já adianto que estou sofrendo severas críticas internas, talvez até arriscando a levar outro CONCEITO 2, na próxima avaliação… colegas já criticam, dizendo que isso pode ‘politizar’(!) a PRF, não preservando as distâncias necessárias(!!) entre o nosso serviço e o povo. Povo? que povo, meu Deus? Onde moramos, de onde somos?

 

Enquanto pensarmos pequeno, e nos fazerem pensar pequeno, não vamos mudar. E, quando falo em mudanças, estou crente que estou falando àqueles já esclarecidos e comprometidos - com a Instituição PRF, e não apenas consigo mesmo… aos outros colegas, que praticam o silêncio dos bons, só lamento, e peço que mudem seu pensamento, para que, em curto prazo, possamos superar momentos como esse, que afetam significativamente nosso bolso e a nossa estima pessoal. E é isso que várias forças (ditas) ocultas, tanto em âmbito externo quanto interno (sim, temos sim…) preferem, pois policiais que pensam e são verdadeiramente pró-ativos, mostram-se mais exigentes, quanto à liderança e quanto às condições de trabalho. E, enquanto isso, estamos perdendo, sempre perdendo… como Instituição, e como profissionais de segurança pública.

 

Então, CADÊ SEU ORGULHO, MEU CARO PRF?

Considerações sobre o UNACI (projeto, curso e implantação)

segunda-feira, agosto 11th, 2008

No período de 03 a 11 de agosto recente, estive à disposição da Coordenação de Ensino do DPRF, para ministrar aulas de DIREITOS HUMANOS e CIDADANIA, para os alunos (policiais ‘pontas-de-lança’, como costumo dizer) e para gestores do processo de implantação do UNACI - Unidade de Atendimento ao Cidadão, o qual será, num primeiro momento, implantado na área metropolitana de Curitiba - PR., tendo como sequências as cidades de Belo Horizonte, Recife, Florianópolis e Rio de Janeiro. Após, dizem que 17 cidades estão sendo cogitadas, para a implantação dessa idéia inovadora, planejada (por que não reconhecer?) por elogiosos idealizadores.

A idéia do UNACI, que tem como Gestor Nacional (e idealizador, tb) o PRF FRANCISCO BRANDÃO, lotado na CGA do DPRF, explica-se por algumas premissas básicas, no qual cito uma entrevista à ABETRAN-PR (http://abetran.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=676&Itemid=2), do já citado PRF:

 

A Grande Curitiba será a primeira dentre 13 áreas metropolitanas de capitais brasileiras a implementar um projeto modelo de policiamento nas estradas. Desenvolvido pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal, o projeto Unidades de Auxílio ao Cidadão (Unaci) é a principal aposta do governo federal para combater os altos índices de acidentes e mortes nas rodovias brasileiras. “Para conseguir isso, temos dois focos: diminuir ao máximo o tempo de resposta no atendimento ao cidadão e aumentar a presença de policiais nas estradas”, explica o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Francisco Brandão, coordenador nacional do Unaci. Para alcançar o objetivo, a PRF deve receber, inicialmente, R$ 52 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública. Com o dinheiro, serão contratados policiais e adquiridos equipamentos, como palmtops (computadores de mão), radares, bafômetros, sistemas de lombadas eletrônicas, além de novos veículos e da remodelação dos próprios postos policiais. No próximo dia 11, Brandão e outros inspetores da PRF vêm a Curitiba definir detalhes práticos para a implementação da Unaci nas BRs 116, 476, 277 e 376. Depois da reunião, o Unaci começa a ser posto em prática e em dois a três meses deve estar funcionando plenamente. O Unaci nasceu de uma experiência realizada entre 12 de setembro e 11 de outubro de 2006, quando foram monitorados 374 quilômetros das BRs 116 e 476. “Nesse período nenhum óbito foi registrado”, lembra Brandão. “Entre as mesmas datas, em 2005, foram 10 mortes em acidentes de trânsito.” O levantamento da PRF também mostra redução no número de acidentes sem vítimas de 2005 para 2006 – 218 para 190 – e nos acidentes com feridos – 97 para 95. Na prática, cada policial terá seu plano de trabalho salvo no cartão-programa e a delegacia poderá fazer o acompanhamento desse trabalho. Cada veículo da PRF também estará equipado com bafômetros para medir a dosagem alcoólica dos motoristas e com palmtops que darão todas as informações sobre uma determinada placa, sem a necessidade de consulta à delegacia.

Basicamente, o dedicado colega PRF BRANDÃO explicitou o projeto, em linhas gerais. Porém, o UNACI é muito mais do que isso. É a mudança na ATITUDE da PRF, é a nova RAZÃO DE SER da PRF. Sim, falo isso com todo o entusiasmo, pois acredito piamente que é uma mudança viável, e é uma quebra de paradigmas ‘para-tudo-isso-que-está-aí’, que vivemos até hoje. A PRF, onde implantar o projeto, será vista como um exemplo de policiamento estruturado e organizado, tendo seus PRF estrutura de trabalho e demonstrará, mesmo aos mais céticos, que a PRF é, verdadeiramente, a POLÍCIA DO FUTURO. Vamos aguardar pra ver, e torcer para que não seja apenas uma intenção, mas sim, uma inovação no profissionalismo de nossa Instituição.

Antes que perguntem sobre o curso do UNACI, realizado no Centro de Treinamento de São Paulo, na cidade de Cachoeira Paulista, tudo transcorreu normalmente, tendo como fatos relevantes (considerando que participei do UNACI II, ou 2ª turma):

- Grande envolvimento dos instrutores e do alunado, na tentativa de ENTENDER o QUE É O UNACI: Não se sabe por qual motivo, o UNACI ainda não está devidamente esclarecido em toda a população PRF, e, especificamente o público envolvido no processo (os que trabalham na Delegacia Metropolitana de Curitiba - PR), não tinha conhecimento até o início do curso, o que pode ser considerado uma irregularidade grave. Falo isso, analisando os ‘pontas-de-lança’ e os gestores, pois compunham turmas separadas e com curriculos quase idênticos;

- No curso, os envolvidos (instrutores e instruendos) tiveram suas dúvidas esclarecidas, dentro da possibilidade de recursos da COEN. Entretanto, perduraram alguns questionamentos, os quais deverão ser supridas, de forma emergencial, por outros setores do DPRF (CGA, CGO, CORREGEDORIA, RH, ACS), para demonstrar o TOTAL envolvimento dos nossos administradores nesta nova etapa da PRF. Digo isso, pois, apesar de alguns instrutores presentes serem tradicionalmente destes setores dos quais senti a falta, os mesmos não tiveram tempo suficiente para dirimir todas as dúvidas apresentadas - até porque, convenhamos, estavam ali para instruir situações específicas… fora a palestra do PRF BRANDÃO, no início do curso, TODO o restante do QTS primou pela apresentação do conteúdo do curso UNACI.

- O conteúdo do curso UNACI: Ao meu ver, até na data de hj (considerando o que eu conheço da PRF), eu ainda não visto um currículo tão engajado em melhoramento do serviço, e na transformação do SERVIDOR policial em CIDADÃO policial. Podemos citar, como exemplo, a matéria de HISTÓRIA DA PRF; outra, SEGURANÇA ORGÂNICA; RELAÇÕES INTERPESSOAIS, etc… alguns podem considerar isso desnecessário, mas é o mínimo do que qualquer instituição séria, como a nossa PRF, precisa fazer: mostrar ao PRF sua história, e sua IMPORTÂNCIA HISTÓRICA, dentro do contexto de colaboração de cada período interno da nossa polícia; apresentar ao PRF as necessidades de levar em consideração as nossas estruturas de informação e de segurança, visando um bem-estar interno na corporação, etc…

Finalizando, lembro a sabedoria popular: de boas intenções, o inferno está cheio, como dizem. Porém, o UNACI tem tudo para ser um verdadeiro marco na PRF. Como eu disse diversas vezes no curso, O UNACI NÃO VEM PARA EVOLUIR OU REVOLUCIONAR A PRF; ELE VEM PARA TRANSFORMAR A PRF. Para tanto, ele tem como premissa básica ao sucesso, a participação de TODOS os PRF envolvidos no processo. Esses colegas, desde o responsável pela SRPRF até o de menor responsabilidade, respondem solidariamente pelo sucesso da implantação, bem como devem receber os louros na mesma proporção. Mas também não é só isso: como uma unidade SRPRF não é independente estruturalmente, urge uma maior participação (maciça e dedicada) do DPRF, para que não soframos revezes na implantação desse nosso novo cartão de visita, donde restará demonstrado, a toda a população brasileira, que a PRF, tendo efetivo e recursos, pode sim contribuir para a diminuição dos acidentes graves e fatais em nossas rodovias federais, bem como combater eficazmente as criminalidades rodoviárias e as que margeiam as nossas atribuições.

É o que penso, e é o que vi sob a minha ótica, s.m.j.

CD PROFISSÃO CORAGEM - Sargento Lago

segunda-feira, agosto 11th, 2008

As emoções da rotina policial são retratadas em suas canções. Ao completar 27 anos na Polícia Militar paulista, Sargento Lago - que trabalha na comunicação social - lança o CD “Profissão Coragem“, que presta tributo aos profissionais da segurança.

É o terceiro álbum do PM cantor, em produção independente, que contou com as participações de Dominguinhos “Somos a Polícia Militar”; Benito di Paula “Demodê”; Jair Rodrigues “Brasil - Homenagem a Geraldo Vandré“; Planta e Raiz “Sou Gambé” entre outros.

A canção título do CD, “Profissão Coragem“, provocou reações elogiosas de policiais militares, civis, guardas municipais entre outros.

Outra música que fez bastante sucesso, antes mesmo do CD ser lançado é “PM Boa de Bola“.

Se você está cansado das críticas que fazem a polícia, precisa ouvir o CD Profissão Coragem.
Contato do Sargento Lago: 11 – 8259 1412

Mais informações sobre vendas de CD e shows: www.sargentolago.com.br

Convite para homenagem na PMGO

quinta-feira, julho 31st, 2008

Acredito que, como resultado de várias ações positivas, fui agraciado com a MEDALHA DO SESQUICENTENÁRIO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS, em comemoração aos 150 anos desta instituição, na qual cursei a Especialização em Gerenciamento em Segurança Pública e o Curso Superior de Polícia.
 
E, num momento como esse, eu não poderia deixar de compartilhar essa honra e o momento de alegria com todos os meus amigos e companheiros de PRF, também participantes dos méritos conquistados. Portanto, venho convidá-los a participar da cerimônia de condecoração, bem como acontecerá também a cerimônia militar de comemoração aos 150 anos da Gloriosa PMGO, que ocorrerá amanhã, 01 de agosto, às 20 horas na Academia de Polícia Militar do Estado de Goiás.

Abaixo, envio o convite recebido, para conhecimento e, novamente, agradeço o empenho de todos, pois nesta homenagem, represento toda a PRF, responsável pela minha formação intelectual e pessoal.
 

PRF, 80 anos… o que comemorar?

quarta-feira, julho 23rd, 2008

Mais uma vez, no SINPRFMS (www.sinprfms.com.br) reinicia-se um tópico de AMOR À PRF - desta vez, motivado pelo PRF KHADUR e alusivo aos 80 anos de aniversário da nossa PRF.

No dia de hj, especificamente, estou (um pouco) frustrado, pq nos jornais locais de Goiás, não houve NENHUM mensagem alusiva ao nosso aniversário, exceto um artigo fraco (mas bem intencionado, diga-se de passagem) de um ex-vereador daqui de GYN e que foi parceiro em outros tempos, da PRF (foi a PRF que não o valorizou, e não ao contrário…). Nos jornais locais televisivos, nenhuma mensagem vi (talvez algum canal eu tenha perdido, sei lá…).

Em compensação, tô sabendo que haverá um baile em BSB, em comemoração aos 80 anos, e ontem houve uma cerimônia, no MJ, para a comemoração da data histórica. Não se pode deixar passar, também, as homenagens estaduais, tais como no RS, RJ e MS, além do organizado no DF. Aqui em GO, nos reuniremos no sábado, para uma celebração interna e outras confabulações, organizado pelo SINPRFGO.

Então, lendo as postagens anteriores, vejo q teríamos tudo para ser descrentes, e cuidar da nossa própria vida, fazendo o mínimo necessário para recebermos nos nossos (devidos!) rendimentos, como muitos outros colegas fazem; deveríamos nos preocupar mais com a saúde dos nossos familiares e buscar investir (mais) em outras atividades, sejam estas financeiras ou educacionais, com o intento de incrementar conhecimento e/ou rendimento, e buscar novas paragens, longe dessa tal de PRF.

Agora, falando por mim, quem disse q eu consigo? Quem disse que, após ficar 15 dias afastado por um período de férias sem ir à SR nem ligar pra ninguém pra discutir sobre assuntos de serviço (só acompanhando as notícias, sites e blogando), eu me sentiria mais em paz, após um turno de CIOP? ledo engano! amanheci hoje com dor de cabeça, novamente (não aprendo…) preocupado com o serviço, com o desenrolar da nossa instituição, com os colegas PRF sem estrutura, e sem um eixo de desenvolvimento (pelo menos, de conhecimento do público interno) nesta nossa instituição-empresa octagenária! Busquei, desde ontem, acessar o fórum da intranet, com o desiderato de atualizar os assuntos internos e outras questões correlatas ao serviço, e o q vejo? fora do ar! O nosso site PRF continua com uma aparência simples, sem ser dinâmico - nem mesmo para o público interno, meu Deus!

Mas é isso aí… vamos tocando, pq tenho fé em Deus e que, sem desejar maldades ou nominar mazelas, o FUTURO PERTENCE AOS HOMENS DE BEM! Ainda ACREDITO na PRF. Ela ainda irá acontecer, seja comigo ou sem-migo, seja agora ou depois, não sei… é a polícia do futuro, pois quanto mais eu leio e discuto o assunto SEGURANÇA PÚBLICA, mais tenho a certeza que a nossa PRF é a que reúne melhores condições de ser uma polícia de vanguarda, levando em consideração seu histórico, sua (parca, mas boa) estrutura, e seu (ótimo, apesar das mazelas) corpo interno - este que, em muitos casos, só está precisando de uma direção, um norte, um guia de valor, só isso… Temos 80 por cento de pessoal de boa índole e comprometido, mas que, convenientemente (ao contrário da maioria dos que frequenta esses nossos canais de comunicação não-oficiais), estão na ’sombra’, esperando acontecer, sem acreditar na música do Geraldo Vandré. E é o que deveríamos fazer, diz a maioria, bem como nos cobram nossas esposas e familiares, pois a luta é inglória, quiçá quimérica, pois nem dragão temos… Quixotesca, talvez, mas nunca fútil.

Bom, é isso, e desculpem pela falta de uma conclusão… vou ali, beijar minha filha, futura PRF, se Deus quiser.

PRF combate adulteração de combustíveis (update)

terça-feira, julho 15th, 2008
Operação Paracelso contra roubo de cargas e adulteração de combustíveis é deflagrada

Fonte: http://www.alemtemporeal.com.br/interno.php?pag=policia&cod=4350

 

Uma mega operação, envolvendo mais de 200 homens da Polícia Rodoviária Federal e integrantes da Polícia Civil alagoana foi deflagrada na madrugada desta terça-feira. Denominada “Operação Paracelso”, a ação visa cumprir 40 mandados de busca e apreensão e 32 de prisão temporária expedidos pela 17ª Vara de Combate ao Crime Organizado, a pedido do Ministério Público de Alagoas, nas cidades de São Miguel dos Campos, Satuba, Campo Alegre, Junqueiro, Arapiraca, São Sebastião e interior de São Paulo e Bahia.

Segundo informações extra-oficiais, mais de 20 pessoas foram presas até o momento em Alagoas, que serão encaminhados para a sede da Polícia Civil de Alagoas, em Maceió, no bairro de Jacarecica. A polícia prendeu José Edinaldo Joaquim da Silva, o Naldinho, apontado como o chefe da quadrilha que atuavam nas rodovias federais. Ele foi preso na região de Luziápolis, na cidade de Campo Alegre. Os policiais encontraram na casa do acusado 200 quilos de cimento, munições de calibre 12 e 38, além de mais de mil litros de combustíveis adulterados.

Todos os presos foram colocados em um ônibus especial e conduzidos até a Academia de Policia, onde serão ouvidos um por um. Em seguida eles serão levados até ao Instituto Medico legal Estácio de Lima, onde farão os exames de corpo delito. 

De acordo com promotores de Justiça do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), o objetivo é desbaratar uma organização criminosa que atua em vários municípios alagoanos, com ramificações em São Paulo e na Bahia, na venda clandestina e adulteração de combustíveis e de outros produtos químicos; sonegação fiscal; roubo de carga, venda de armas e até seqüestros e homicídios.

Segundo o diretor da Polícia Civil Marcilio Barenco, a operação se trata de mais uma ação contra o crime organizado. Os resultados e detalhes da operaçao vão ser divulgados durante entrevista coletiva às 15 horas, mas as informações dão conta que 250 agentes, 70 viaturas, 4 caminhões-guincho e dois helicópteros estão sendo utilizados.

A operação está sendo comandada pelo delegado Mário Jorge Barros e os inspetores da Polícia Rodoviária Federal J. Edson, Dionisio e Geovane. Os mandados fazem parte do grupo de oitenta autorizados pelo juiz Braga Neto da 17º Vara .

Atualizada às 10:40

 

PRF combate adulteração de combustíveis

terça-feira, julho 15th, 2008

Abaixo, uma boa operação da PRF, cumprindo uma de suas inúmeras atribuições… só tá em débito, porém, com a imprensa, que tá dizendo (nos jornais televisivos desta manhã de 15/07) que é uma operação da PF…

PRF combate adulteração de combustíveis

Operação Paracelso cumpre mais de 40 mandados de prisão.

Brasília (15/07/2008) – Cerca de 280 agentes da Polícia Rodoviária Federal de vários estados e do Distrito Federal realizam neste momento em Alagoas, São Paulo e Bahia uma grande operação contra a adulteração de combustíveis e outros crimes. Estão sendo cumpridos 42 mandados de prisão e 34 de busca e apreensão.

A “Operação Paracelso” é realizada em conjunto com o Ministério Público Estadual. Entre os crimes praticados pelas quadrilhas estão adulteração de combustíveis, sonegação fiscal, roubo de cargas, sequestro e homicídio. Informações completas serão divulgadas logo mais.

Sobrevivência no Combate ao Crime

domingo, fevereiro 17th, 2008

O policial recém saído dos bancos acadêmicos encontra, com certeza, sérias dificuldades em seu dia a dia. O auxílio de policiais mais experientes é, sem dúvida, o remédio mais eficiente no combate a essas situações críticas. Porém, a principal atividade que poderá salvar sua vida nas ruas é o treinamento constante: físico, técnico e psicológico.

A rotina é a maior inimiga do policial e deve ser combatida diuturnamente. Um único momento de distração pode trazer conseqüências fatais e, para evitar isso, o policial deve encarar todas as ocorrências com a mesma atenção e profissionalismo.

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